Como o filho pródigo retorna ao pai, que de braços abertos o espera
eu à escrita retorno, para libertar os detentos do meu coração
os detentos da minha alma
os sentimentos que faço de prisioneiros sem nem ao menos conhecê-los
e que me assustam quando vêm à tona
e gritam pelo meu grito
e desesperados aguam meus olhos
para que os enxerguem
Agora escrevo só
nunca sozinha.
Nunca mais sozinha.
eu à escrita retorno, para libertar os detentos do meu coração
os detentos da minha alma
os sentimentos que faço de prisioneiros sem nem ao menos conhecê-los
e que me assustam quando vêm à tona
e gritam pelo meu grito
e desesperados aguam meus olhos
para que os enxerguem
Agora escrevo só
nunca sozinha.
Nunca mais sozinha.
