Um como tantos outros bons


Um tanto de charme naturalmente saindo durante a levada animada da música.
Jugulares saltadas em uma voz de dentro da alma, gritando mais alto que o coração. A banda parecia estar com o corpo, e principalmente as mãos hipnotizadas, dedos pulando no piano e apertando como se estivesse fazendo cócegas ao saxofone, baixo e rindo com a guitarra, brincadeira em sinfonia.
Mágica noite, como se tivessem passado óleo no chão da pista, os pés escorregavam com o balanço do ritmo. Em volta tudo quente, energia com Drinks de vodka e energético balançando com black powers, sorrisos e suor por todos os lados, o corpo como uma mola, ombros movimentavam-se abraçando o pescoço pulando animados.
Perdido, um sorriso se tromba a outro e deslizam-se um em direção ao outro.


Encontram -se os sorrisos, uma aura mágica entre dois olhares se queimado de desejo por dentro em fogo e charme logo se dançam como um só, quebradas da cintura dela mãos e quadris em suavidade balançam na levada do som, ouvido aquecido por um aconchego suspirante, suaves passos se cruzam em harmonia como ensaiados há anos, giros e voltas levadas e guiadas por olhares e gargalhadas. Super dose de descontração levam ao bar, drinks e um novo bom caso.


Encontros quentes, noites em claro  "like a man and a woman".
Duas metades se completam, se preenchem, duas taças vazias de vinho, cheias de curvas e sabor. Combústível para jugulares evidentes, entre outras "cositas" mais.

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